Conheça a história de amor da Vânia, de Fortaleza, vencedora do concurso do Dia dos Namorados

Para celebrar o amor, a Toli realizou um Concurso Cultural para o Dia dos Namorados. As clientes puderam contar suas histórias e concorrer a R$ 1.000,00 em compras. Foram centenas de relatos emocionantes, onde todas compartilhavam um ponto em comum: a celebração de um sentimento puro e verdadeiro. Conheça agora a história de amor da Vânia, cliente da Toli Frotaleza, uma das cinco premiadas.

Bem, tudo começou há cerca de 30 anos atrás, mais ou menos… Isso mesmo! 30 anos atrás. Éramos estudantes universitários de cursos completamente distintos; ele da área de exatas e eu, humanas. Enfim, ambos fomos aprovados numa seleção para estagiários de uma estatal; porém, em períodos diferentes e sem que um soubesse (ainda) da existência do outro. Então, eu iniciei o estágio e ele comente um semestre depois.

O fato é que, por um desses “mistérios” do destino, fui responsável por realizar a sua entrevista de admissão ao estágio. E… foi incrível!!! Quando eu vi aquele sorriso pela primeira vez e aquela carinha de anjo barroco (cabelos cacheados), eu sabia que algo muito especial estava para acontecer. Aliás, acho que já havia acontecido. E, lógico, ele foi admitido no estágio, pois além de ter me conquistado, também tinha um ótimo currículo.

Então, o tempo passou e sempre nos víamos pelas paredes envidraçadas e corredores da empresa. Às vezes, um outro colega nos dava carona para o estágio e, com isso, os laços iam se estreitando. Porém, nada acontecia além disso.

Depois de algum tempo e com uma “torcida” daquelas (amigos com tendência a cupido), iniciamos um relacionamento não muito firme, mas com tendência a sê-lo; ou seja, cinema, forró… Ah! Na época era lambada – e com Beto Barbosa, hein?! Enfim, mesmo assim, o relacionamento/namoro não “engrenava” e foi um período de indefinições e indecisões; sobretudo, porque eu mantinha um “namoro” à distância (acredito, é verdade!!!) que também não se resolvia.

O fato é que o meu período de estágio terminou e acabamos indo cada um para o seu lado. Após uns dois anos que nos “separamos”, nos encontramos ao acaso (será mesmo?!). Aquele sorriso lindo me encantou novamente – aliás, acho que nunca deixou de me encantar, apenas ficou adormecido por dois anos…. Mas, como nem tudo podia ser perfeito, é quase inacreditável, mas eu não me lembrava do nome daquele “lindo”. Gente, foi um suplício conversar com ele e, na hora de trocar os telefones (celular ainda era “preciosidade” para poucos), no lugar do nome, escrevi “interrogação”. Ao chegar em casa, imediatamente liguei para uma amiga que estagiou comigo (e com ele) no mesmo período e o “problema” foi resolvido.

Resumindo, aquele encontro casual resultou em vários outros encontros e, ao final de uns (03) anos de namoro FFF (firme, forte e feliz), decidimos nos casar. Apesar de tão diferentes, as nossas diferenças se completavam e se transformavam em unidade, afinal, daqui a poucos dias completaremos 24 anos de casados e isso é mais do que prova cabal de que se trata de uma verdadeira história de amor. Ao longo desse tempo, tivemos muito aprendizado, passamos por várias dificuldades, muitas lembranças, momentos dolorosos, amigos que permanecem até hoje, mas acima de tudo, permanece a certeza de que construímos um amor verdadeiro e duradouro, com ênfase no respeito mútuo, cumplicidade, entendimento, amizade, companheirismo e um romantismo que mantemos vivo sempre.