Conheça a história de amor da Talita, de João Pessoa, vencedora do concurso do Dia dos Namorados

Para celebrar o amor, a Toli realizou um Concurso Cultural para o Dia dos Namorados. As clientes puderam contar suas histórias e concorrer a R$ 1.000,00 em compras. Foram centenas de relatos emocionantes, onde todas compartilhavam um ponto em comum: a celebração de um sentimento puro e verdadeiro. Conheça agora a história de amor da Talita, cliente da Toli João Pessoa, uma das cinco premiadas.

Nossa história começou em 2006, morávamos em João Pessoa (dois paulistanos que coincidentemente se mudaram em 2001 para JP). Eu, tinha acabado de mudar de escola, ele, estava no último ano. Para ele, foi amor à primeira vista, me viu no intervalo das aulas e se apaixonou, pediu meu MSN para uma amiga em comum e me mandou mensagem, ficamos super amigos. Mas a convivência tinha data para acabar, ele passou para medicina em São Paulo e em fevereiro de 2007 iria embora. Mesmo com tudo contra (pais dele não entendiam porque se comprometer tão jovem – ele tinha 16 anos e eu 15 anos), em janeiro de 2007 ele me pediu em namoro e eu, mesmo com medo – afinal, éramos amigos há apenas 4 meses – aceitei. Começamos dia 16 de janeiro, dia 13 de fevereiro ele foi embora. Um dia antes de viajar ele me deu um anel de compromisso e prometeu voltar pra mim.

Passamos 9 anos namorando à distância, foram muitas pontes aéreas, telefonemas e saudades. Ninguém nunca entendeu, como poderia um namoro de menos de um mês (presencial) resistir ao tempo e distância? Mas nós sabemos do amor e certeza que sentíamos. Em 2016, depois de concluir a residência médica, ele voltou. Finalmente estávamos juntos. Dia 27 de maio de 2017 ele me pediu em casamento e 1 ano e meio depois nos casamos.

Olhando pra trás, vejo o quão determinados e maduros éramos, tantas histórias de fracasso mas nós tínhamos inabalável. Hoje, apesar de achar impossível amá-lo mais, sinto que o amo ainda mais. Nosso amor cresceu, consolidou, se tranquilizou, somos felizes e gratos por finalmente estarmos vivendo o que esperamos quase uma década para viver! Nada paga a dádiva de poder vê-lo todo dia.
Enfim, esta é a nossa história de 12 anos.